Textos para revisão - Edição de Natal

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Textos para revisão - Edição de Natal

Mensagem por Kio em Sab Out 17, 2009 12:36 am

Comecemos, pois.


Última edição por Kio em Seg Jan 04, 2010 8:36 am, editado 1 vez(es)
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Re: Textos para revisão - Edição de Natal

Mensagem por Murilo - MAP em Sab Out 17, 2009 12:58 am

entao galera, preparei duas materias, deem uma olhada e vejam o q acham,

um sobre animes (como havia dito que faria uma por ediçao, mas sumi :S) e outro sobre os tais filmes trash!
ai vai,

Edit. Kio: Os textos estão mais abaixo. Wink


se possivel, gostaria de escreve um conto para a ediçao de natal, sei que sao poucas paginas para muitas pessoas, entao deixo com vcs a escolha, XD

outra coisa, os passo-a-passo de desenho podem ser usados assim que quiserem,

flw!
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Re: Textos para revisão - Edição de Natal

Mensagem por Murilo - MAP em Sab Out 17, 2009 1:01 am

a sim, tomei a liberdade de usar emotions (¬¬' e XD, por ex),
caso achem q n convem, pdem tirar,

=]
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Re: Textos para revisão - Edição de Natal

Mensagem por Murilo - MAP em Qua Out 28, 2009 9:03 pm

pra ajudar pq sei q n eh facil manter td, e a galera ainda ta na preocupaçao pra lança o 14 em tempo,

e pq o InVino pediu,
dei um revisa nos meus textos,

arrumei muita coisa, XD

talvez ainda possuam erros,
mas ai vai,





Sessão trash!


Com toda certeza você já ouviu falar nos famosos e criticados filmes trash. Se não ouviu, está perdendo... hum... como posso dizer? Diversão à beça ou bocejadas de sono! Confuso? Calma, eu vou TENTAR explicar...


O que são filmes trash?
Não há classificação exata para esse gênero, mesmo se tratando de um estilo muito antigo. Alguns classificam como trash filmes ruins, sem roteiro, com efeitos especiais horríveis e produções baratas; outros discordam, dizem que são filmes cults feitos apenas para diversão, ultimamente também classificam como produções amadoras feitas por aqueles que nem mesmo entendem do ramo. Mas algo é certo: ou se gosta, ou não passa perto. Não há meio termo quando se trata destes filmes.
Fora isso, poucas coisas mais podem ser ditas com certeza sobre eles, e aqui vão elas:

1°: Não minto quando digo que ou se gosta, ou nem passa perto.

2°: Nunca esqueça que são filmes de baixa produção (em sua maioria), assim, antes de assistir, tenha em mente a diversão, e não superproduções.

3°: Por que são chamados de trash? Levando-se em consideração o significado da palavra (lixo) e mantendo em mente as bases destes filmes, torna-se fácil a compreensão. Padronizados por roteiros ousados, apelativos ou sem sentido, abusam de efeitos de baixo nível e atores e diretores desconhecidos (o que causou a iniciação de muitos grandiosos de hoje).

4°: Como já foi dito, para muitas pessoas esses filmes são considerados apenas filmes ruins. Realmente, a maioria é horrível (para não apelar nas palavras), porém, creio que nunca me diverti tanto. Lembro-me quando era pequeno e assistia a pérolas como “O Ataque dos Vermes Malditos” na TV (meu preferido!).

5°: Cuidado ao escolher o que assistir, esse gênero é composto por filmes B (baixa produção e feitos apenas para entretenimento), sendo assim, há desde aventuras contra monstros que aparecem do nada a erotismos (leia-se pornôs) sobre lutadores de Kung-Fu. Como nunca fui fã desse segundo estilo, aconselho o primeiro.

6°: Não é brincadeira, fique longe dos sádicos pornográficos.


De onde vieram os filmes trash?
Se ainda não conhecia este gênero aberto a discussões, certamente ao menos ouviu falar de filmes B. Baratos e visando apenas passar o tempo, continham roteiro fraco, seqüências sem explicação, “defeitos” especiais e histórias quase sempre iguais: protagonista que salva uma pessoa ou várias ao mesmo tempo de algum monstro sem lógica ou algum lunático com ainda menos lógica. Pensando bem, acho que os clichês mais famosos do cinema surgiram daí (como assassinos em massa perseguindo algum grupo de jovens), mas não vem ao caso.
Descrevendo assim os filmes B, em muita coisa eles se assemelham aos “lixos”. Não é sem razão. O cinema trash surgiu dos filmes B, mas após algum tempo, passaram a receber uma definição própria, pois em geral, filmes B agradam a muitos, enquanto seu sucessor parte pelo caminho inverso, poucas pessoas se agradam ao ver tomates com vida matando belas mulheres pelas ruas de uma cidade (Tomates Assassinos).

O eterno preconceito.
Facilmente se entende porque a aceitação de filmes no gênero em questão é difícil. Tomates que matam, peixes voadores que também matam (Piranhas: Assassinas Voadoras) ou zumbis que retornam por uma contaminação e se alimentam de cérebro, é claro, matando (A volta dos mortos Vivos), obviamente não são do gosto de qualquer um.
Tudo bem até este ponto, sabemos que o diferente dificilmente é bem vindo. Porém, entre os primeiros a conhecer este gênero estavam aqueles que se tornaram fãs e outros que juraram no pé da cruz nunca mais verem um filme destes. O problema é que não só escolheram não verem, mas também queriam que mais ninguém visse. Depredaram, classificaram como pior tipo de filme existente (tudo bem, não vou tirar a razão) e conseguiram até mesmo deixar o nome trash conhecido por filme horrível e sem graça. Horrível dá para entender, mas sem graça? Assim, quando certa pessoa escuta: “Já viu aquele filme trash?”, rapidamente o outro responderá: “Cara, trash! Nunca!”
...
Mesmo a tradução da palavra levando a esse conceito (lixo), não se engane, há quem se divirta muito com estes filmes.
Apesar de todo esse preconceito, é possível que você, assim como eu, encontre entre estes filmes alguns que farão você rir como nunca antes ou prendê-lo na cadeira até o ultimo minuto, e depois, ainda lhe atiçam para correr para a rede e baixar suas outras três continuações.
Vale apena se arriscar entre essa orda de filmes nonsenses baratos.

Mas não se arrisque sozinho neste mundo.
Como disse, há muita coisa diferente que acaba sendo classificada como um filme trash. Pessoalmente, gosto daqueles com os quais conheci o gênero. Simples, com aventura, comédia e monstros, eu me contentava muito. Resumidamente, estou falando dos filmes que viviam de reprise no Cinema em Casa (SBT), que acabou em 2002.
Para não deixar que se perca no gênero, aqui vai uma relação daqueles que mais gosto (me concentrarei nos filmes de monstros peculiares que surgem com explicações ainda mais peculiares e por fim são derrotados):

O Ataque dos Vermes Malditos (Tremors - 1990): A história se passa em uma cidade no deserto de Nevada. Sem causa, motivo, razão ou circunstância (me processe chaves), vermes gigantes surgem sob a terra e atacam os únicos dez habitantes da cidade. O filme custou cerca de U$11 milhões, o que é comum entre trashs. Teve três continuações e um seriado.
Em minha opinião, um dos melhores filmes do gênero.
Diretor: Ron UnderWood.

Um Lobisomem Americano em Londres (An American Werewolf in London - 1981): Considerado por muitos até hoje o melhor filme de lobisomem já feito, esta inesquecível produção toma por base a história de dois jovens americanos que são atacados por um lobisomem. No dia seguinte ao ataque, aquele que permanece vivo descobre que agora carrega esta maldição. Este filme é considerado um dos maiores trashs de todos os tempos e é apresentado sobre terror e doses de humor-negro.
Tenho preferência pela continuação, Um Lobisomem Americano em Paris.
Diretor: John Landis.

O Ataque dos Tomates Assassinos (Attack of the Killer Tomatoes - 1978): Uma das idéias mais absurdas de filmes trashs já vista: tomates com apetite assassino que crescem e se tornam cada vez mais poderosos... Pausa para montar uma imagem na cabeça.
...
Tudo bem, sei que é quase impossível, por isso, se está com um pingo de curiosidade, procure pelo filme e ria o quanto puder. Possui três continuações.
Ainda não parei para ver o primeiro filme, tive oportunidade de ver apenas o ultimo.
O diretor do Retorno dos Tomates Assassinos é John de Bello, mas não encontrei o diretor do original.
A Volta dos Mortos Vivos (The Return of the Living Dead - 1985): Vai além de clássico, é imperdível para aqueles que querem conhecer o trash. Mortos que voltam à vida e precisam se alimentar de cérebros. Sim, só isso, mais nada. Mas tenha certeza, é o suficiente para rir e assistir esse clássico. Altamente recomendado. Quatro continuações. Diretor: Dan O’Bannon.
A Bolha Assassina (The Blob - remake 1988): Uma das cenas inesquecíveis dos filmes antigos vem deste, pessoas fugindo assustadas do cinema enquanto uma gosma vermelha os segue em sua lentidão. Vale a pena conferir (há versões de 58, 72 e 88, vi apenas a última, aparentemente, manteve-se fiel ao original).
Diretor: Irving H. Millgaites.
Para quem quiser conferir mais: Brinquedo Assassino (os dois primeiros realmente se prendem ao terror, mas o terceiro e o quarto filme são totalmente trash), Christine, O Carro Assassino, Alligator, Convenção das Bruxas, Monstro do Armário e Piranhas: Assassinas Voadoras.
É valido repetir que citei aqui aqueles que me agradam, sendo assim, não deixe de ir além caso se interesse pelo assunto.
Claro, se quiser explorar mais os inúmeros filmes trash, há os clássicos aclamados por todos. Evil Dead e Bad Teste estão entre os mais reconhecidos.

Curiosidades sobre atores e diretores:
_Peter Jackson, conhecido por dirigir a trilogia Senhor dos Anéis deu inicio a sua carreira com Bad Teste, um “Best-seller” dos trashs.
_John Landis, diretor de Um Lobisomem Americano em Londres também é responsável pelos clipes Thriller e Black or White do aclamado Michael Jackson.


Por Murilo Alves Perin - MAP













Anime, coisa de adulto.

Não, você não leu errado. Assim como pessoas que não entendem do assunto classificam animes como coisa de criança, aqueles que possuem certo conhecimento a mais (e nem precisa de muito) sabem o quanto essas animações podem ser sérias.
Histórias sobre o apocalipse pelas mãos de anjos, amigos se enfrentando até a morte e matando quem se opor no caminho, um jovem gênio assassinando todos os que ele considera incorretos esses são alguns exemplos de roteiros. Atualmente, falar nesses assuntos é coisa clichê, porém, quando em 1995 surgia o anime Evangelion, mostrando anjos destruindo a terra, a polêmica foi grande. Se o problema não é esse, mas sim a narrativa da história naquele velho jeito de produção japonesa em que até história séria ganha graça, veja Death Note, totalmente apresentado de uma maneira fiel a padrões Hollywood, ou assista Claymore e encontre algum trecho para rir. Caso ainda não seja o suficiente e você sinta-se atraído apenas por histórias originais, vá aos pioneiros, Ghost in The Sell e Serial Experiments Lain, séries em que se basearam os criadores de Matrix.
Ainda não está convencido? Então vamos lá, tentarei terminar esta matéria mudando o conceito de anime ser coisa de criança.


Temas polêmicos.

Se a polêmica é considerada por muitos um fator de temas adultos ou no mínimo pesados, então animações japonesas preenchem bem esse quesito. Desde a década de noventa surgem todos os anos animes discutidos por alguma razão. É claro, nem todos são bons ou interessantes, muitas vezes são apelativos, porém, diversos deles geraram polêmica devido ao tema ou a época que foram lançados, em alguns casos, os dois.
Para não deixar muito abrangente, ficarei restrito a três séries: Neon Genesis Evangelion, Berserk e Death Note, este último, lançado em 2004 (anime em 2006). Escolhidos os animes, vamos um por um:

Obs: as datas são do ano que o anime passou a ser produzido, sendo possível que haja uma versão em mangá lançada antes a data referente ao anime.

Neon Genesis Evangelion (1995 - estúdio Gainax): O motivo do alvoroço que causou é explicado logo no titulo que carrega: Neon (novo) Genesis (inicio) Evangelion (evangélico), ou seja, trata-se do fim do mundo e novo inicio. Falando assim parece simples, mas realmente não é. Até o episódio treze (metade da série) parece um simples anime de mechas (robôs gigantes) contra monstros, mas é neste ponto que entra a outra metade da série. Roteiro sério, personagens problemáticos e o apocalipse próximo mudam o teor para algo assustador e confuso. Não bastassem, os últimos dois episódios confundem totalmente o espectador mostrando o garoto Shinji (protagonista) numa profunda viagem a sua mente. Altamente recomendado para filósofos.

Berserk (1997 - estúdio OLM): Para aqueles que gostam de guerra e histórias medievais, esse é um prato cheio. Sangue sem censura, lutas absurdas de um homem contra cem e guerras de milhares de soldados. Apesar de todo esse derramamento de sangue, há um diferencial nesse anime. Não consigo explicar, pode estar na amizade de Gatts (um guerreiro que não tem seu passado revelado) com Griffith (líder de um bando de assaltantes) ou na história em si. Somente assistindo para entender.
O final do anime é surpreendente e é também o ponto auge da história, mas infelizmente, a animação não a conclui, pois até hoje publicado o mangá. Inclusive, este é altamente recomendado (apesar de cenas apelativas nas ultimas edições), pois seu traço é fantástico. Para aqueles que não se sentem bem com HQs, após assistir o anime procurem o jogo para play 2, ele parte do instante em que para o anime. Infelizmente não terminei o game, então não sei até que momento do mangá chega.

Death Note (2006 - estúdio Madhouse): Tido como o mais genial anime dessa década, Death Note gira em torno de um livro da morte (nome do anime) e o garoto que o encontra. Esse livro pertencia a um shinigami (deus da morte) e foi deixado na terra para que esse deus se divertisse vendo o que os humanos fariam com ele. História interessante, mas meio infantil posta dessa maneira. Porém, ao descobrir que o caderno realmente funciona (tirando a vida de qualquer um que tiver seu nome escrito), o estudante gênio, Raito resolve dar fim a vida de prisioneiros e pessoas incorretas, mas ao decorrer da história, para não ser descoberto, sua mente passa a usar qualquer um como sacrifício.
O que mais chama a atenção é o padrão parecido com o de filmes de Hollywood em que a história é contada. Narrativa rápida, especulações e planos indecifráveis para o mocinho pegar o bandido ou o bandido se safar. O interessante é justamente o “mocinho” e o “bandido”, em certo ponto da história não se sabe quem é qual. Ambos acreditam estar certos e lutando pela justiça, e para isso, levam seus planos a níveis de insanidade absurdos.
Se inúmeros dizem que é o gênio desta década, quem sou eu para discordar.


A história presente nos animes.

Um bom enredo tem de possuir base e lógica. Algo que facilita muito isso é basear-se em fatos históricos, ou mesmo usar elementos de tal, para dar veracidade à história. Dentre os muitos que usam disto, tenho preferência por dois:

Full Metal Alchemist (2003/2009 – estudio BONES/Animeplex): Para inicio de conversa é bom deixar claro algo. O mangá de Full Metal Alchemist ainda estava em produção em 2003, quando foi lançado o primeiro anime (e ainda está), assim, a primeira série, com 51 episódios é praticamente toda um filler (história não escrita pelo autor original), mesmo assim, conta com uma boa história e inclusive, seu final que foi lançado em um filme (Full Metal Alchemist: The Conqueror of Shambala) recebeu diversas premiações. No entanto, em 2009, a BONES e a Animeplex decidiram retomar o projeto e começar uma série totalmente baseada no mangá. Esplêndido! Um dos melhores que já vi. Mas enfim, explicada as séries, vamos ao que interessa.
Como deixa claro o nome, o anime trata de alquimia, não apenas transformando pedra em ouro, mas criando a possibilidade de converter qualquer matéria a algo de valor equivalente (em questão de elementos), dando grande poder aos alquimistas. Com isso, a série aborda temas como o homem brincar de Deus ou mexer com o que já está certo. Fora o uso base de alquimia para o enredo, é evidente a inspiração do mundo real para a criação dos países e guerras da série, um olhar atento sobre tal deixará claro o que digo. Um exemplo é o King Bradley, cabeça do exército, há certa semelhança no personagem com Hitler (não apenas pelo bigode!), as guerras que causa e os objetivos insanos.

Ergo Proxy (2006 – estúdio Manglobe): O aproveitamento de citações sobre filósofos antigos é uma ferramenta muito bem utilizada e presente no anime. Muito aconselhável para amantes de filosofia. Com citações de Platão, D´Vinci e muitos outros, essa história abusa da filosofia por trás das mais simples pessoas. Ao assisti-lo, não importa quem é ou o que faz, certamente se contagiará pelos pensamentos confusos de certo e errado.
Não há como dizer muito sobre este, pois provavelmente é o mais complexo listado nesta matéria (junto de Evangelion). Pontos extras se assistir a série e não se perder em nenhum momento. Muitos pontos extras.


Censura.

Tudo que é classificado para adultos acaba sendo censurado, mas em caso de animes, isso pode fazer muita diferencia. Se inúmeras pessoas classificam como desenhos de criança, provavelmente é porque viram episódios de Dragon Ball na globo ou Naruto na SBT e disseram: “Que infantil”! Bem, não os culpo, provavelmente aqueles que dizem isto procuram algo mais sério, como os animes citados aqui, mas ai está o mal da censura: eles nunca passarão em rede aberta, e se passarem, serão mais picotados que papel em máquina de retalhar (caso de Full Metal Alchemist na Rede TV!). Assim, aqueles primeiros que viram Dragon Ball ou Naruto iram generalizar que todo anime é infantil, é coisa de criança! (não estou criticando estes animes, pelo contrário, gosto muito, mas se portam no padrão infantil).
Resumindo: animes adultos não chegam para nós, e quando chegam, seus episódios de 25 minutos passam a ter 12. Isso deixa claro o que foi dito no inicio da matéria, pessoas com ao menos um pouco de conhecimento sobre o assunto (aqueles que baixam episódios legendados) têm consciência de que há animes infantis e animes adultos.
Assim, ao menos tente ver um deste e apenas após isso tire suas conclusões sobre o que pode ser um anime. Caso ainda ache infantil, tudo bem, agora você tem conhecimento para dizer isso. Caso goste, bem vindo ao clube!


Algumas dicas do que mais ver.
Ficção: Ghost in the Shell, Serial Experiments Lain.
Medievais: Claymore, Vagabond (apenas mangá), Blade of the Imortal.
Outros generos: Kaiji.


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Re: Textos para revisão - Edição de Natal

Mensagem por Rodrigo! em Qui Out 29, 2009 10:42 am

Bem, esse é um artigo sobre RPG que um amigo meu, Fernando, o Goblin, escreveu - ou foi o amigo dele, The Pop, que o fez. Eles tão fazendo um sistema de RPG chamado Old School, e perguntaram de Parceria; eu e o K-io concordamos...

“Era inverno de 1974, alguns jovens fugiam do frio abrigando-se numa garagem e fazendo o que mais gostavam, passando horas sobre tabuleiros e complexas regras de wargames. Não os wargames que logo nos vem a cabeça, como o nacional e famoso WAR, que nem sequer pode ser considerado um jogo de guerra, mas complexos, realistas e detalhados jogos de simulação, onde exércitos imaginários marchavam por sobre campos e invadiam castelos.

Um dia, um desejo revanchista começaria a mudar por completo a cultura Nerd americana e mundial: inconformado com um cerco mal sucedido, Gary Gygax, num lampejo definia. Não escalaria os muros, mas enviaria um grupo reduzido pelas masmorras.”


De certo que a história não aconteceu exatamente assim, mas é muito próximo do real. Numa garagem, no interior do estado do Wisconsin, no centro-norte americano, um senhor criava um dos maiores jogos nerds de todos os tempos, o Dungeons and Dragons, ou simplesmente D&D.

Mesclando regras simplificadas de wargames e fantasia medieval, Gygax transportava para as mesas de jogo, um hobbie único, vivenciar as estórias de espada e magia, tão populares no EUA dos anos 60 (muito graças à leitura lisérgica de Tolkien feitas pelo movimento hippie) em algo alcançável a todos. Num mundo sem videogames e computadores. Todos podiam viajar e vivenciar imaginativamente as aventuras de Conan, Frodo, Elric, Gray Mouser dentre outros, com auxílio de amigos, dados, lápis e papel.

Em pouco tempo, o hobbie se expandiu, se consolidou, caiu no gosto “mainstrem” e começou a influenciar decididamente a o mundo daqueles garotos tímidos, estudiosos e pouco ligados ao esporte, o que hoje conhecemos por Nerd! Quem hoje, na casa dos 20, 30 anos não conhece a saga da “Caverna do Dragão”? Desenho das manhãs de sábado da CBS produzido e roteirizado por Gygax, cujo nome da versão original é Dungeons and Dragons.

Nos anos 90, o RPG ganha decididamente o mundo e com eles países mais periféricos como o Brasil, jogos como o gótico Vampiro e o simulacionista GURPS se tornaram febre no Brasil, gerando a segunda geração de jogadores, que se uniriam à famosa geração xérox, a primeira, jogadores privilegiados que tomaram conhecimento do jogo ainda nos anos 80, e que sobreviviam espalhando o jogo xerocando os raros livros que aportavam por aqui.

Os anos 90 veriam ainda o surgimento das editoras nacionais, dos livros traduzidos ao português e a chegada de editoras pesos-pesados como a Abril e a Ediouro, que logo abandonaram o hobbie atrás de mercados mais lucrativos.

O jogo evoluía se tornava moderno, absorvia influências e gerava um mercado ao seu redor. Primeiro os card - games, depois os jogos de videogames e computador e depois da virada do milênio, com mais ênfase os MMORPG, os jogos on-line de RPG, com jogadores em escala global e arrecadação na casa dos Milhões.

O velho jogo dos anos 70, perdia o brilho, o viço da novidade aparentemente estava em decadência. Alguma coisa deveria ser feita pra impedir a ruína total e o que aconteceu foi uma revolução!

A Wizards of the Coast, empresa detentora dos direitos do D&D apostou na renovação e na atração de um público novo, capaz de dar fôlego ao hobbie. Mudou radicalmente o jogo, passou-lhe um verniz de modernidade, mandou pro limbo opções de design antiquadas e revitalizou como jamais tinha sido feito o D&D. O Resultado foi um sucesso de vendas, muito embora não tenha sido um sucesso de crítica, sempre muito avessa às mudanças radicais.

O resultado é que o surgimento desta nova edição acabou por colocar em voga um movimento iniciado timidamente anos antes, a Old-School Renaissance, ou Renascimento Old School, que nada mais é que jogar nos dias de hoje, sob a ótica do início do hobbie. É trazer elementos clássicos, revisitar conceitos, tentar reviver dias onde a imaginação era mais importante que os combos que a “geração videogame” tanto aprecia.

Na Europa, e principalmente nos Estados Unidos, vários jogos surgiram com este intuito, alguns se especializaram em copiar completamente uma edição, como o famoso OSRIC, que competentemente consegue ser compatível com a primeira edição do AD&D de 1979, já outros buscam elementos de várias edições antigas para montar um sistema mais amplo, como o caso do Basic Fantasy, todos muito bem sucedidos em suas áreas.

Aqui no Brasil, o movimento começou a tomar corpo com o fortalecimento da blogosfera rpgística, movimento de renascimento do RPG na internet, que age não só na divulgação do hobbie como atua na produção praticamente incessante de material para os mais variados jogos e jogadores, dentre eles os jogos Old School.

Da união de alguns blogueiros, nasceu um projeto ambicioso, o Old Dragon, primeiro jogo com temática Old School brasileiro, que vem sendo muito bem recebido pela comunidade de jogadores por conseguir aliar simplicidade, nostalgia e uma visão bem feita de comunidade 2.0.

Os jogadores do Old Dragon são incentivados a produzir material para o jogo e divulgá-las. Nada é terminantemente proibido, muito embora os autores acreditem que a “seleção natural” cuidará de selecionar os melhores produtos. O apoio dos autores é amplo. Nos dois blogs que “administram” o sistema Paragons (www.paragons.com.br/olddragon) e Vorpal (www.vorpal.com.br), os autores desenvolvem o sistema, contam detalhes dos bastidores, divulgam parcerias e principalmente apóiam produtores independentes. “-Muito mais que apenas jogar, queremos criar uma comunidade de jogadores em volta do sistema. Produzir material e de certa forma relembrar sim, os ótimos jogos de antigamente.” É o que diz Antonio Sá, conhecido como Mr.Pop sobre o Old Dragon. Se a iniciativa vai ser positiva ou se a comunidade efetivamente será criada, só o longo tempo poderá confirmar. O que já se pode medir é que o curto tempo parece mostrar que sim e que o Old Dragon pode se tornar paradigma da nova forma de produzir RPGs no Brasil.

Ass: Peter Talin

Para saber mais:
www.olddragon.com.br
www.paragons.com.br/olddragon
www.vorpal.com.br

Não sei se pro de Natal ou pro 15; mas sei que me proponho a diagramar, se eles próprios não quiserem - o livro do Old School é muito bem feito!

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Re: Textos para revisão - Edição de Natal

Mensagem por jluismith em Sex Out 30, 2009 7:50 am

Ok, vou tentar escrever alguma coisa sobre natal. Qual a data máxima pra enviar os textos? (estou meio disperso com prazos, mas quero melhorar)
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Re: Textos para revisão - Edição de Natal

Mensagem por O Goblin em Seg Nov 02, 2009 2:08 pm

Rodrigo! escreveu:Bem, esse é um artigo sobre RPG que um amigo meu, Fernando, o Goblin, escreveu - ou foi o amigo dele, The Pop, que o fez. Eles tão fazendo um sistema de RPG chamado Old School, e perguntaram de Parceria; eu e o K-io concordamos...
Saudações pessoal, só para completar as informações do Rodrigo, o artigo foi escrito pelo Mr Pop, eu sou o Fernando e também faço parte da equipe Old Dragon que é um RPG mais velha guarda ou Old School como costumamos dizer.

O objetivo do Old Dragon é ser um sistema onde o mestre tenha mais liberdade e os jogadores mais necessidade de interpretação, aqui não vai existir regras que funcionem como muleta, a ficha se torna uma peça do jogo e não o jogo em si.
Esse sistema integra elementos dos antigos D&D 1º edição e AD&D, para quem quiser mais informações podem ser encontradas nos links abaixos.

http://www.paragons.com.br/olddragon/
http://www.vorpal.com.br/?page_id=724
http://www.tavernadogoblin.wordpress.com


Última edição por O Goblin em Seg Nov 02, 2009 6:41 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Textos para revisão - Edição de Natal

Mensagem por Rodrigo! em Seg Nov 02, 2009 6:28 pm

Bem Vindo, Goblin!

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Re: Textos para revisão - Edição de Natal

Mensagem por Rodrigo! em Ter Nov 03, 2009 3:30 pm

Por onde Anda?

SAL BUSCEMA

Dando continuidade a nossa busca pelo paradeiro de figurinhas carimbadas dos quadrinhos americanos na década de 80, chegou a vez de falarmos de SAL BUSCEMA.
Afinal, o nome e o traço do desenhista era quase “onipresente” em diversas séries da Marvel Comics. Era muito difícil você abrir um gibi da editora Abril, duas décadas atrás, e não encontrar pelo menos uma história com desenhos ou arte-final de Sal.
Ele começou justamente finalizando a arte do irmão mais velho, o grande e saudoso John Buscema. E isso foi em 1968, na revista dos Vingadores, onde Sal contribuiu por mais de 30 anos!
No entanto, ele é mais lembrado pelos fãs por seu trabalho no Incrível Hulk, onde foi o desenhista regular por dez anos, formando parceria de sucesso com Len Wein, Roger Stern e Bill Mantlo. Outro personagem que bateu recorde foi o Homem-Aranha, onde deve ter ilustrado mais de 100 edições do herói!
Outros de seus trabalhos incluem passagem pelo Capitão América, Defensores, Rom e Thor.
Ele se aposentou nos anos 90, mas não conseguiu ficar muito tempo afastado dos gibis. Convidado por fãs do seu trabalho, Tom DeFalco e Ron Frenz, Sal fez a arte-final da revista da Garota Aranha dos números 59 a 100, histórias infelizmente inéditas no Brasil.
Desde então ele tem acompanhado a filha de Peter Parker, nos títulos Spider-Man Family e na re-lançada “Web of Spider-Man”. Buscema também tem feito algumas “participações especiais” em revistas como Nova, Punho de Ferro e “A Era do Sentinela”.
Recentemente, em outubro deste ano, foi lançado o livro Sal Buscema: Comics’ Fast & Furious Artist, um apanhado da obra e influência nos quadrinhos de super-herói. Embora não tenha sido o maior artista da sua geração, Sal Buscema se tornou sinônimo do bom profissional, o cara que salvava os editores da Marvel diversas vezes, produzindo edições “tapa-buracos”, e dando conta dos gibis que precisavam ir pras bancas na data certa. Se alguém for pesquisar os quadrinhos na “Era de Bronze”, basta dar uma olhada nos desenhos de Sal Buscema que teremos o real visual dos heróis desta época dos gibis.

Por Nano Falcão

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Re: Textos para revisão - Edição de Natal

Mensagem por Rodrigo! em Ter Nov 03, 2009 3:31 pm

A MARVEL DE 70 ANOS ATRÁS

Imagine um Universo Marvel onde o personagem mais popular era um andróide de quais as pessoas tinham medo porque ele pegava fogo. Ou onde o objetivo principal do Príncipe Submarino era destruir a humanidade. O herói que aparentava ser mais “normal” era um cara que apesar de vestir fantasia colorida fazia justiça com as próprias mãos, matando os criminosos sem pensar duas vezes.
Esse era o panorama de Marvel Comics nº 01, lançada pela editora Timely Publishing em outubro de 1939. Como as demais revistas da época, Marvel Comics tinha 68 páginas e muitos, muitos quadrinhos.
O carro-chefe da publicação era o Tocha Humana, uma HQ de ficção científica criada por Carl Burgos. Apesar de super-heróis de repente terem se tornado a grande moda a partir do surgimento do Superman, um ano antes, em 1938, as publicações eram ecléticas e traziam de tudo: faroeste, mistério, romance, aventura e ficção. Marvel Comics não era diferente.
Com o tempo, o Tocha, é claro, virou um super-herói, a mando do editor e dono da Timely Martin Goodman, que viu naquelas histórias fantásticas de Burgos um caminho para tentar morder um pouquinho na nova febre da América. O Tocha original era temido pelas pessoas. Ele não era humano. E até fazia sentido, afinal, qual a reação em ver um homem pegando fogo por aí? Era realmente assustador.
A Marvel Comics era um tanto mais bizarra do que editoras então de sucesso como a National Periodics (que publicava Superman e Batman) ou a Fawcett (editora do Capitão Marvel). Diferente dos heróis garbosos, justos e honestos da concorrência, não era fácil simpatizar com os protagonistas da primeira publicação da Timely.
Namor, o príncipe submarino era um anti-herói, com a missão de vingar a morte de seu povo, os atlantes, devido as ações inconseqüentes dos humanos. No entanto, o personagem caiu nas graças do publico assim mesmo, em parte devido ao traço de Bill Everett, que desenhava as melhores páginas de Marvel Comics. Martin Goodman logo o forçou a fazer de Namor também um herói, por ocasião da Segunda Guerra Mundial.
Tanto o Tocha quanto o Namor ganharam suas revistas, como eram as revistas do Superman, Batman e Lanterna Verde daquela época: trimestrais e trazendo uma mistura de republicações com material inédito.
Mesmo o herói mais “tradicional” da Marvel Comics, o vigilante Anjo, se vestia nas mesmas cores do Superman. Mas não tinha poder algum, apenas o hábito de bater primeiro e perguntar depois. Ele era implacável com os inimigos, e não vacilava na violência. As pessoas lembram que o Batman chegou a matar no começo da carreira, mas para o Anjo isso era um hábito.
E Marvel Comics nº 01 também trazia as histórias do... KA-ZAR! Mas não o rei da Terra Selvagem, oculta na Antártida. E sim uma cópia descarada do Tarzan, um adolescente que tinha aventuras na África Equatorial. Mas ao invés de andar com uma macaca a tira-colo, o rapaz tinha o leão Zar como melhor amigo (Ka-Zar significaria “irmão de Zar” na língua nativa). O personagem na verdade havia sido “criado” para as pulp-magazines, e as histórias na Marvel Comics eram uma adaptação para os quadrinhos.
Apesar de não serem super-heróis convencionais, os gibis vendiam tanto e tão bem no período – afinal ele não é chamado de Era de Ouro a toa – que a revista foi um sucesso e estimulou a Timely a outras publicações.
O grande sucesso veio mesmo em 1941, com a criação do Capitão América, por Joe Simon e Jack Kirby. Mas o primeiro trabalho da dupla para a Marvel foi com o personagem Visão, que criaram para ter histórias na Marvel Mystery Comics (como a revista passou a ser chamada), a partir do número 13.
O Visão original era um alienígena que ao contrário do Superman realmente se parecia com um alienígena. Ele era um policial de outra dimensão que aparecia numa nuvem de fumaça. Como era hábito com outros personagens, os seres humanos normais tinham um pouco de medo dele.
Tudo isso mudou com o lançamento de Capitain America Comics numero 01, em março de 1941. Os Estados Unidos ainda não tinham entrado na Grande Guerra, mas o herói patriota já aparecia desferindo um murro na cara de Adolf Hitler. Ao contrário da National, que ficou em cima do muro até a hora da declaração de guerra contra o eixo, em dezembro de 1941, a Timely acertou o ponto ao se engajar na discussão de que a América deveria realmente entrar na Guerra ao lado das forças Aliadas.
A coragem de Martin Goodman, que não se importou com os setores isolacionistas da população norte-americana (os que defendiam que os EUA ficassem neutros) foi recompensada com boas vendas, e em pouco tempo Namor e Tocha Humana também se alistariam. Os heróis da Timely agora eram simpáticos e sorridentes defensores do American Way of Life, definitivamente comprometidos com o sistema.
Outros gibis da Timely que marcaram presença na Era de Ouro dos quadrinhos incluem DARING MYSTERY COMICS – que apresentou personagens como Cidadão V, Marvel Boy e Silver Scorpion – e MYSTIC COMICS – onde apareceram pela primeira vez o Blazing Skull e Destroyer, um dos primeiros super-heróis a serem criados por Stan Lee.
Em 1946, alguns dos heróis da editora finalmente se juntaram num super-grupo: O “Esquadrão Vitorioso” (All-Winner Squad) apareceu no número 18 da All Winner Comics, uma revista que trazia ainda mais histórias das estrelas da Timely: Capitão América, Tocha Humana e Namor. A estes se juntaram o velocista Whizzer e a feiticeira Miss América para formar a super-equipe, que teve vida curta.
Os super-heróis foram caindo de moda, e vendendo cada vez menos. Em 1949, a Marvel Mystery Comics deu lugar a Marvel Tales, uma revista de horror e suspense. Destino semelhante teve a revista do Capitão América. Ele, o Tocha, Namor, entre outros não tão conhecidos, todos caíram no limbo dos super-heróis.
Nem o nome Timely sobreviveu. Para escapar das dívidas, Martim Goodman espertamente decretou falência, e abriu uma editora nova: A Atlas Comics, especializada em gibis de fantasia, ficção cientifica, suspense, horror inofensivo e... histórias de monstros.
Assim, eles viveram os anos 50, e nessa época, acabou se tornando o principal escritor e editor da casa um certo Stan Lee, sobrinho de Martin, que nessas revistas conheceria Jack Kirby, Steve Ditko e Don Heck... Mas essa é uma outra história.

Por Nano Falcão

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Re: Textos para revisão - Edição de Natal

Mensagem por snuckbinks em Qui Nov 12, 2009 1:30 pm

CINEMA - ELES VOLTARAM?

Texto e diagramação = snuckbinks

Fazia um certo tempo que não víamos trabalhos significativos sobre aliens, agora parece que estamos vivendo essa invasão novamente.

Temos Distrito 9 e V Visitors, em destaque nesse momento. James Cameron já está às portas com seu tão esperado Avatar e há rumores de que Spielberg, que já tem no currículo E.T. e Taken, prepara uma nova série que falará sobre a Terra após uma invasão alien, além do que até o cult Plan 9 from Outer Space, de Ed Wood, ganhará um remake.

Esse é sem dúvida um assunto que quando bem explorado pode gerar inúmeros resultados, e portanto o cinema o visita diversas vezes.

Um fato curioso é que a medida que filmes com essa temática são lançados, os relatos sobre aparições de OVNIS também aumentam. Parece que as pessoas passam a observar mais os céus em busca das misteriosas luzes, ou apenas aflora nelas o senso de humor, e decidem fazer algum tipo de brincadeira.

Não podemos nos esquecer dos casos clássicos dos que apenas querem aparecer na mídia, como o daquele americano que relatou que o filho havia sido levado por um disco voador.

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Re: Textos para revisão - Edição de Natal

Mensagem por Kio em Qui Nov 19, 2009 5:22 pm

Texto: Juliano
Diag.: Kio
1 página

BATMAN CACOFONIA

A revista é muito bem concebida por Kevin Smith e Walter Flanagan. Nas duas primeiras páginas a gente já saca que o negócio vai ser sinistro, pois os primeiros quadrinhos mostram o sentimento estadunidense em relação à crise econômica. Os guardas do portão do Arkham foram demitidos. A alegação: ninguém quer entrar lá, só sair. O valor economizado, que deveria ficar em caixa, por decisão do Conselho de Administração, é destinado ao bônus de final de ano dos... conselheiros.
Um dos demitidos, no entanto, vende um dossiê com os detalhes de segurança e vai embora para o México. Quem compra? O pai de um garoto assassinado pelo veneno do riso do Coringa, que contrata ninguém mais, ninguém menos, que o Pistoleiro para se vingar.
Depois dessa introdução, vemos o Pistoleiro invadindo o Asilo Arkham em busca de justiça contra o Coringa, mas quando estava para assassinar o Palhaço, é surpreendido por um novo bandido que não fala, o Cacofonia, do título. Resultado: Coringa à solta, um novo inimigo muito bom de tiro e o Pistoleiro com uma bala na testa.
Obviamente não contarei detalhes da história, para não estragar o prazer de quem vai ler a revista – recomendadíssima, por sinal – mas digo que remete ao bom e velho Coringa que mistura minutos de loucura e maldado ao estilo "A Piada Mortal" e "Morte em Família" com instantes tragicômicos de “uhuuuu, eu vou comer a tia do Batimaaaa”.
A aventura NÃO é indicada para criancinhas que gostam de ler gibis, pois possui diálogos que remetem a conteúdos não tão ingênuos assim, com – perdão por acabar com a surpresa – o Coringa olhando para o novo vilão, segurando uma mala da dinheiro e começando a tirar a roupa informando que Cacofonia deve ser um desses tarados por palhaços. Frase final desta parte: “Seduzido e Abandonado”.
Enfim, a história conta com duelos do Batman contra o deturpado Zsasz , Maxie Zeus, Coringa e Cacofonia.
Kevin Smith consegue amarrar muito bem um enredo que, um fã de HQs como eu - que coleciono há cerca de 15 anos, não via faz tempo. Walter, por sua vez, traduz em desenhos muito firmes e sombrios a essência da história. A conversa do Cavaleiro das Trevas e seu maior inimigo no final é sublime. Não à toa que a quarta capa da revista mostra o Coringa, sorrindo, com uma faca cravada no peito...
Sem dúvida, uma das melhores HQs que eu li nos últimos anos. Não à toa ela é abrilhantada pelo Príncipe Palhaço do Crime, que – sem trocadilhos – rouba de novo a história.
Valeu a pena investir R$ 7,50 e ter essa revista na coleção.

Por Juliano W. Capato
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Re: Textos para revisão - Edição de Natal

Mensagem por Agente Dias em Qui Nov 26, 2009 9:35 pm

(Fanfic - Justiceiro) Natal Negro.


Registro de nº 120.093.065 24/12/2009

O Noel nessa data sempre tem uma listra de presentes para pessoas boazinhas. Eu também tenho a minha lista, mas essa lista é pro ano todo e é para as pessoas más. Já os meus presentes são embrulhados com a morte.

Se fosse há uns dezoito anos atrás eu estaria paralisado nessa data, lembrando do passado e querendo de presente, eles de volta. Mas não estou há dezoito anos atrás! Essa neve branca, enfeites em cada ponta da cidade e ações solidárias... Não me comovem mais.

A neve está muito alta, não será uma boa andar com o furgão de combate, vou precisar usar a última moto que tenho e espero voltar com ela pra casa. Até os heróis esperam o bom velinho. As ruas estão vazias. Faltam duas horas pro Natal. Faltam duas horas pra minha lista ter novos nomes.

Eu não saio com muitas coisas do arsenal. Apenas o clássico, pra uma data clássica. Duas pistolas Desert Eagle; nos coldres pretos que se camuflam na calça militar preta, duas granadas no cinto, uma faca de combate no coturno esquerdo e uma bomba C4.

Confesso que enquanto o pneu da moto vai abrindo passagem na neve, esse clima festivo abre passagem na vida do Frank Castle, mas apenas por poucos segundos. Não adianta ele se lembrar de uma mesa farta e dos sorrisos familiares ao redor dela... Se o Justiceiro não pode ter um natal e nem de lembrar que um dia a teve.

Chega de blá-blá-blá!

Num galpão, no Brooklyn. Criminosos se acham no direito de comemorar. Bonecas que deveriam ser de porcelana são feitas de cocaína. Isso não é presente que se dê a uma criança. Mas eu sei o presente que se dá a pessoas que pensam assim.
Eu tenho tudo calculado: número de pessoas lá dentro; e envolvidas por fora, quantos matérias têm, quem fica e quem sai, até como é o banheiro daquele inferno eu sei. Eu também tenho os meus duendes.
Falta uma hora e vinte e cinco minutos pro Natal. Não pro meu Natal. Se você estivesse fora do galpão iria admirar os fogos de artifício lá dentro... As granadas fazem um ótimo trabalho. Lá dentro os mesmos sons que tocavam no Vietnã... AR-15. Eu encontro uma AR-15 na zona de guerra e resolvo matar a saudade, junto com o que levei. A munição acaba só restando uma vida naquele lugar, a minha! O frio é tão forte que o sangue no chão parece congelado. Mas vai voltar a ficar quente com as chamas que deixo dentro do galpão. É prazeroso... Não pelo calor nesse clima frio, mas sim pelo fim das drogas. Menos três nomes na lista e uns treze cretinos de bônus.

A bateria do gravador acabou, tive que gravar na cabeça o que aconteceu depois daquilo tudo. Espero não ter esquecido nenhum detalhe na hora de passar os fatos pra cá. Qualquer coisa você procura essa data no jornal ou na internet, na parte de homicídios... Lá terá o que eu esquecer.

Richard Killian, novo dono de sessenta por cento das casas noturnas de Nova Iorque. Suas casas não fornecem apenas entorpecentes, a exploração sexual também faz parte da atração. Depois de salvar a vida do Phil DiLello em um assalto em uma de suas empresas, o cretino ganhou essas mordomias. DiLello comandava a mais de 10 anos essas casas e como faixada tinha um emprego de presidente e editor de uma revista sobre armas de fogo, a Mira Perfeita. Killian era seu guarda costa. Com certeza tudo isso foi armado por Killian. O DiLello tem seus contatos no exército e é ele quem coloca as armas militares nas mãos dos criminosos de Nova Iorque, Brooklyn e Queens. Killean deixando de ser um simples guarda costa, teria acesso as armas. No final das contas eu fiquei feliz com essa união mais intima. Agora estão na mansão do Phil DiLello, comemorando com a família o ano lucrativo.
Chega o Papai Noel contratodo pra festa. DiLello e Killian precisam continuar suas negociações e também manter o falso espírito natalino. As mulheres e as crianças vão pro jardim receber o bom velinho. Os ratos estão reunidos em uma sala de jogos, no subsolo da mansão... Já ensinando seus filhos mais velhos o caminho do crime.

É hora de esquecer o colante preto com a caveira no tórax, as luvas de couro, a calça militar, os coturno com solas de titânio e o sobretudo preto. Faltam trinta e cinco minutos pro Natal.
Ele deveria ter contratado garçons com esmoquem maiores. Levo um carrinho com várias comidas e bebidas... Aproveito e deixo o meu presente de natal. Duas mentes destruídas pelo crime e mais quatro conhecendo a destruição. É melhor cortar o mal pela raiz. Deixo o carrinho com os pedidos na sala de jogos e saiu. Posso ver na cara de cada um quantos inocentes já mataram. Eu deveria ter usado a .44 Magnum.

Uma menina está abraçada ao Papai Noel. Ela sim está aproveitando a data. Ela me faz parar, ela me faz lembrar a minha filha, Lisa Bárbara. “Esqueça Frank, o natal não faz mais parte do seu calendário e nem a Lisa da sua vida.” É isso que eu ouço da realidade e ela está certa!
Tenho que aproveitar enquanto só os maus estão na mansão. Na verdade não sei quem aqui fora é de fato inocente, mas não posso correr o risco de fazer quem é inocente pagar o pato. Não como fizeram com a minha família.
Faltam quatro minutos pro Natal... eu adianto o meu relógio em 4 minutos. Meu indicador direito aciona o dispositivo da C4 que deixei junto com as nozes no carrinho. A mansão parece estar em cima de um vulcão. Lamento estragar o natal daquela jovem menina.

Mesmo longe parece que ouço de perto a carne daqueles idiotas queimando.
Menos dois nomes pra lista. Isso deveria me deixar feliz, mas isso não me dá prazer, apenas me faz ficar com menos peso nas costas mesmo sabendo que nunca irá ficar leve.

Os que estiverem na lista pro Ano Novo, que já reservem um espaço confortável no inferno.
2010 será um ano ainda mais implacável!

Vou continua sem dormir! Nova Iorque ainda chora por injustiça e a lista ainda está cheia.

Feliz Natal, caso você seja inocente!
Pausa no Diário de Guerra.
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Re: Textos para revisão - Edição de Natal

Mensagem por Rodrigo! em Sex Nov 27, 2009 9:56 am

Shocked

Caray

Parabéns, Agente!

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Re: Textos para revisão - Edição de Natal

Mensagem por Agente Dias em Sex Nov 27, 2009 11:58 am

Obrigado, Soldado!
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Re: Textos para revisão - Edição de Natal

Mensagem por Kio em Seg Nov 30, 2009 7:43 am

Texto: Agente Dias
2 páginas


::: Voltar a ser Criança :::

Anos atrás essa casa tinha portas e janelas, mas hoje parece uma caverna. Uma caverna em sua normal estabilidade é até segura, mas essa caverna moderna não tem nada de seguro. Ela não te esconde do medo, ela te mostra o medo. Nem um animal conseguiria viver numa caverna assim. Se um animal não conseguiria, como esse pai de família pode conseguir?

Nesse horário, Carlos, estaria chegando em casa para almoçar, daria um beijo carregado de amor na mulher de sua vida e daria fortes abraços em seus dois filhos, antes de irem para escola. Depois, sentaria em seu escritório e continuaria a negociar as financias de sua empresa. Mas a atual realidade não é essa. O porta-retrato que está em cima de sua mesa, não mostra mais a sua família e ele está se sentindo sozinho e derrotado. Ele está em sua caverna, ele está afundado em dívidas e se afogando em lágrimas.

Essa caverna que pelo menos deveria estar escondida na floresta parece estar no topo de uma montanha, como ponto de referência pra humilhação. Carlos procura em seu notebook, nas gavetas, nas pastas e no seu Blackberry: a honra, a dignidade, o respeito, a credibilidade e a salvação. Perda de tempo, pensa ele, pois só consegue encontrar pedaços de vidros no chão e pedras com escritas de baixo escalão. Ele queria ouvir agora algo que confortasse a sua alma, mas só ouve gritaria lá fora carregadas de cobranças e sua porta quase sendo arrombada pelos lobos ameaçadores.

Só resta pra ele ficar no canto do seu escritório e esperar o pior acontecer. Na verdade, ele tem um desejo muito grande de voltar a ser criança. Ele já está humilhado, o que teria de ruim um homem experiente desejar voltar a ser criança a essa altura? Ele queria que alguém contasse para ele uma história e assim poderia dormir sem ter pesadelos. O sono te esconde da realidade e é disso que ele precisa. Mas seus pais já estão falecidos, sua família bem longe e os amigos parece que nunca existiram. Ali, ele tem a certeza de que está derrotado. Só a morte pode fazê-lo dormir para sempre e nunca mais se preocupar com a realidade da vida humana.

A morte jogava em sua cara a falta de administração com a empresa e com a família. Carlos precisava de uma solução verdadeira. Cego por todas essas dificuldades não consegue vê outra saída a não ser o suicídio. Seu espírito sente a aproximação da morte e começa a lutar para preservar o coração daquele homem. Num momento de revolta e irá, Carlos se levanta quebrando tudo que tem pela frente, mas volta a cair no chão de fraqueza. Ele caiu de joelhos sobre o calendário que havia caído de sua mesa. O calendário marca o dia 25 de dezembro. Aquela marcação circular em vermelho o faz querer ser um dos três Reis Magos. Para ter uma esperança em forma de estrela e o guiando a um novo nascimento. Era dessa fé, bem menor que um grão de mostarda que o espírito de Carlos precisava encontrar para salvá-lo.

Carlos estava longe de tudo e perto do nada e mesmo assim a sua fé chama o impossível. E ele caí num profundo sono... Aquele sono que só poderia chegar depois de uma história. Mas quando o impossível age, não existem regras ou explicações. Então, uma história começa a ser contada: “Muitos cachorros raivosos estão correndo atrás de Carlos, ele corre pela cidade batendo nas portas que conhece, e ninguém abre e nem consegue encontrar a própria casa. Carlos mais aflito e desesperado corre pra um viaduto que o levaria pro bairro onde sua empresa está instalada. Chegando ao viaduto congestionado, Carlos continua correndo dos cachorros e agora desviando dos carros. Uma hora a estrutura do viaduto começa e romper e tudo vai desmoronando. Carlos grita desesperadamente por ajuda e numa hora que um caminhão estava se virando ofensivamente contra ele... uma mão forte e poderosa, sete vezes maior que Carlos o sustenta no ar e o leva pra um solo seguro, longe dos cachorros. Carlos segura um dos dedos daquela mão, para que ela não se retire e o questiona.

- Ei! O que é isso tudo?
- Você, Carlos Moreira, não queria uma história? Então... Estou lhe mostrando o final da sua história. Mas esse sonho pode ser uma estrela cadente para sua nova vida, se você assim quiser seguir.
- Quem é você?
- Sou Aquele que nasceu para cuidar de você!

Carlos desperta do profundo sono. Ele estava deitado no chão e a primeira coisa que ele observa ao abrir os olhos é o teto do escritório e não de uma caverna. Ele respira fundo sem sentir nenhuma ferida na alma ou o clima gelado da caverna. Ele vai se levantando aos poucos e observa seu escritório intacto. Ele logo corre pro porta-retrato de sua família e finalmente pôde contemplar a presença deles naquela fotografia. Aquela mão era real e quem o segurou também é real, Carlos agora tem a certeza disso! Aquele homem com a vida antes condenada, agora sem dúvidas “pula” de alegria e esperança. Seu celular toca nesse instante e era seu sócio lhe informando sobre um novo contrato.

- Hoje é Natal! Eu devo desculpas a algumas pessoas que eu amo e não tenho tempo para isso agora, Luis.
- Mas...
- Num outro dia falemos sobre isso. Feliz Natal!

Carlos no centro daquele cômodo fecha os olhos e agradece a Jesus pela história contada. Ele pega a chave do carro e vai logo ao encontro de sua família. Nesse instante o céu também comemora outro nascimento de um filho de Deus.

Feliz Natal!!!
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Re: Textos para revisão - Edição de Natal

Mensagem por Kio em Seg Nov 30, 2009 1:41 pm

Texto: Snuck
1 página


Animais do Bosque dos Vinténs.

Lembrei-me esses dias sobre esse desenho, Animais do Bosque dos Vinténs.

Recordo-me de gostar muito deste desenho, sua trama simples, atraía muito à crianças, e claro, o desenho ainda trazia em seu contexto coisas como amizade e companheirismo.

A trama tratava de um grupo de animais, que descobriam que perderiam o lar, mas tinham como esperança um lugar melhor, o Parque da Corsa Branca. Assim partiriam em uma jornada até esse parque, passando por muitas aventuras e desafios, onde até mesmo a morte de alguns personagens ocorria.

É um desenho britânico, baseado em um livro homônimo, pelo que pude descobrir o desenho teve 3 temporadas, mas assisti apenas a primeira que é onde eles concluem o objetivo da sua jornada, as demais temporadas se passam após a chegada ao parque da Corsa Branca.

De algum modo e por alguma razão esse desenho ficou apenas guardado em algum lugar em minhas memórias, e não me lembrava dele, essa semana enquanto pensava sobre essa coluna, me lembrei desse desenho, que embora não se trate especificamente sobre o Natal, fale sobre sentimentos que a maioria das pessoas buscam nessa época do ano, solidariedade e amizade.

Seria ótimo se as pessoas não esperassem Dezembro pra sentir e praticar essas qualidades.

Já disse aqui mesmo nessa coluna antes, que me preocupo com o futuro, pois não vemos desenhos assim hoje em dia, com essa mesma pegada, esse mesmo teor e profundidade.
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Re: Textos para revisão - Edição de Natal

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