Quadrinhos e Não Só

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Quadrinhos e Não Só

Mensagem por Rodrigo! em Ter Mar 03, 2009 1:06 pm

A DC Comics à deriva

Por Sérgio Codespoti (18/02/09)

É impossível discorrer sobre os eventos da DC Comics dos últimos meses sem entrar em alguns detalhes ainda inéditos no Brasil. O texto abaixo fala de HQs ainda não publicadas pela Panini e, por isso, pode estragar o prazer de sua leitura no futuro.

Apesar das afirmações constantes de Dan Didio, de que tudo está ocorrendo como planejado, a DC Comics parece estar completamente perdida, sem rumo.

Para acreditar nas afirmações de Didio, seria preciso assumir que o plano é muito ruim, e que ninguém da editora ainda percebeu isso.

Esta fase catastrófica começou após a Crise Infinita, em 2006. Empolgada com o êxito de 52, a editora achou que a fórmula "revista semanal com duração de um ano + mega-evento ligado à palavra crise" fosse funcionar sempre e tratou de repeti-lo num curto espaço de tempo.

Esse raciocínio resultou na série semanal Contagem Regressiva (Countdown, no original) e o evento Crise Final, de Grant Morrison.

No meio deste caminho (algo em torno de uns 18 meses) a editora aproveitou para criar diversos arcos em outras revistas (e minisséries) ligados em maior ou menor grau à Crise Final.

Contagem Regressiva pode ser definida com uma palavra: bagunça. A história, se é que podemos usar este termo, lembra a confusão após a explosão de uma granada. Quem fica em estado de choque é o leitor.

Os problemas partem da repetição de eventos e as contradições criadas para tentar ligar episódios desconexos - e muitas vezes sem propósito - entre si, para que o evento se movimente em direção da Crise Final. Na prática quando não patina e derrapa, mais atrapalha do que ajuda, criando momentos incongruentes e chatos.

A vontade de vender mais revistas criou um evento inchado, no qual os personagens morrem várias vezes em revistas diferentes. Os Novos Deuses, por exemplo, morreram na minissérie A Morte dos Novos Deuses e na Crise Final.

O Caçador de Marte é outro exemplo: morreu na minissérie Salvation Run (que poderia concorrer na categoria "minissérie sem nenhum propósito exceto roubar o leitor" de 2008), depois teve seu falecimento reprisado na Crise Final, e "bateu as botas" pela terceira vez no especial que serviu como homenagem fúnebre ao personagem.

Outra vítima desta síndrome foi o Batman, que teve uma morte suspeita em sua revista durante o arco Batman R.I.P., pulou para as páginas da Crise Final, fez aparições em outros títulos e acabou morrendo uma segunda vez, e de forma diferente, no último capítulo da série.

Aliás, a DC perdeu uma oportunidade de ouro de divulgar suas revistas. A imprensa norte-americana mostrou a primeira morte (a suspeita) de Bruce Wayne, em Batman R.I.P. e ignorou o clímax do Batman na Crise Final (uma cena mais bacana), ofuscado pela presença de Barack Obama na revista do Homem-Aranha. Afinal, é difícil noticiar a morte do mesmo personagem em dois meses, antes mesmo de ele ter "ressuscitado".

A confusão foi tamanha, que Didio e outros editores foram obrigados a explicar a cronologia dos eventos da morte do Batman - e nem assim é possível chegar a uma solução razoável. Com tamanha bagunça, nem com uma "bula editorial" é possível aceitar o resultado.

Ninguém precisa explicar história boa. Basta ler.

Mas embora o trabalho de Grant Morrison na Crise Final seja hermético e interligado a várias de suas obras anteriores, como Os Sete Soldados da Vitória, o problema do caos na DC não é culpa do escritor escocês.

Morrison parece ter sido vítima de alguns de seus excessos como escritor, dos editores e da campanha de marketing da DC, que transformou a Crise Final no Deus Ex Machina que solucionaria os problemas do Universo DC. E isso não aconteceu.

O leitor, mesmo aquele mais fanático, sairá da Crise Final com dúvidas a respeito não só do que aconteceu nos últimos meses - e de como a coisa fica daqui para frente - mas também querendo saber onde foi parar o seu dinheiro.

Existe aquela sensação de burocracia em ação, com a mão direita agindo sem saber o que esquerda está fazendo, enquanto a cabeça afirma que tudo está bem e de acordo com o plano.

O leitor poderá perguntar: "Mas a Marvel não faz a mesma coisa? São eventos seguidos de eventos, um maior do que o outro. Qual a diferença?".

Os eventos da Marvel também apresentam problemas. A trajetória recente do Homem-Aranha é um exemplo disso. A diferença é que gostem ou não das histórias, os leitores terminam os crossovers da "Cada das Ideias" sabendo o que aconteceu e como a situação ficou. A narrativa pode ser linear e simplória, mas há algum conforto na sensação de que podemos explicar o que ocorreu.

Nos atuais eventos da DC, é preciso ser um estudioso fanático, um mestre em enigmas e com dinheiro sobrando para tentar entender o que está acontecendo nas revistas.

Além disso, a Marvel parece estar mais em sintonia com o seu público. Afinal, quando se trata de revistas nas bancas (ou nas comic shops), a editora do Homem-Aranha está vendendo mais, tanto na quantidade de exemplares quanto em dólares, todos os meses.

É preciso dizer que quando a questão chega aos encadernados, nas livrarias, a DC ganha fácil da Marvel, vendendo clássicos como Watchmen, Cavaleiro das Trevas e V de Vingança.

Não se trata de afirmar que uma editora é melhor que a outra. É simplesmente a constatação de que a Marvel parece ter um plano que a move do ponto A para o B, e independentemente dos méritos desta estratégia (e se o leitor gosta ou não) é fácil de entender o que a editora está fazendo e suas histórias.

A DC dos últimos meses parece possuir um plano que só faz sentido - se tanto - para seus editores. Os leitores saíram da Crise Final e já entraram numa nova crise: a de confiança.

Restaurar a confiança do leitor na editora já seria uma tarefa difícil em tempos normais, mas com a crise econômica, principalmente nos Estados Unidos, vai ser difícil convencer alguém de que vale a pena comprar o próximo evento cataclísmico que mudará definitivamente o universo. Principalmente porque, quando se trata de super-heróis, o "definitivo" dura poucos meses - um problema que existe tanto na Marvel, quanto na DC, diga-se.

Infelizmente, o leitor brasileiro já está sofrendo com a fase de atual desgoverno da DC Comics e o mercado aqui é bem menor para suportar as bobagens da pior de todas as crises da editora: a criativa.

Fonte: http://www.universohq.com/quadrinhos/2009/chiaroscuro_DCperdida.cfm

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Longa de animação da Mulher Maravilha

Mensagem por Brontops em Qua Mar 04, 2009 9:06 pm

Espantei-me ao ouvir de passagem a notícia sobre o longa de animação da Mulher Maravilha no Globo News. O filme só tem pra venda por internet (Começou ontem 03/03). Não sei se é uma boa hora... Certamente, vai "sumir" no hype do Watchmen. Mas...

Curiosamente, o comentarista da Globo afirmou que o desenho é bastante "forte" e encontrei menções a este fato nos reviews abaixo da Amazon

http://www.warnervideo.com/wonderwomanmovie/

www.amazon.com/Wonder-Woman-2009-Blu-ray-Russell/dp/B001LK8TEM
(2 Reviews da Amazon)

Wondering About Wonder Woman?, January 5, 2009
By Reconnecting To My Childhood "Time Won't Let ... - See all my reviews
This review is from: Wonder Woman 2009 (Two-Disc Special Edition + Digital Copy) (DVD)
Warner Bros. Premiere have been putting out DC Universe animated features revolving around the Detective Comics characters. First came Superman: Doomsday based on the record selling comic book story in which Superman is actually killed, second came Justice League: The New Frontier based on award winning graphic novel's about the earliest beginnings of the Justice League, then Batman: Gotham Knight was animated with strong anime influence and told several stories set between the two latest live action films (Batman Begins and The Dark Knight). Now we can finally experience the animated DC Universe depiction of Wonder Woman's origin.

The plot is about the amazon princess Diana, on the secluded Island Themyscira, first meeting Steve Trevor, a pilot who crash lands on the island of no men. After fighting in a tournament against fellow competing amazons for the right to escort Trevor back to 'man's world' Diana dons the Wonder Woman outfit for her first time and heads on her first outing. As she tries to understand the world of man Diana must deal with the threat of God Of War Ares, who has escaped from a centuries long imprisonment and is looking to start trouble.

Voice casting includes Keri Russell (Famous for Felicity, and more recently Waitress, August Rush and Bedtime Stories) as the young Wonder Woman. Nathan Fillion (co-starred with Russell in Waitress) as Steve Trevor. Alfred Molina (Doc Oc in Spider-man 2) as God Of War Ares, Virigina Madsen (Co-star of Jim Carrey in Number 23) as Diana's mother Queen Hippolyta and Rosario Dawson (Seven Pounds with Will Smith) as Dianna's rival amazon Artemis.

There are three versions released. The Blu-Ray, the Two-Disc Special Edition DVD (with Digital Copy) and the Single Edition DVD. Features included with the Two-Disc DVD and Blu-Ray will be:

Disc 1- Commentary by the creative team, also as is customary with these releases a first look at DC/Warner's next animated feature project 'Green Lantern'.

Disc 2- 2 Documentaries- Wonder Woman: A Subversive Dream, and Wonder Woman Daughter of Myth: Historical Amazon Lore and it's Evolution into the Modern Day Wonder Woman Character. Also as usual with these releases two episodes selected from the Justice League series are included as Bruce Timm's favorite picks: To Another Shore and Hawk And Dove.

The feature itself has a running time of 74 min. and is presented like the other features in widescreen format. These features are PG-13 and this one works hard to earn that rating. There are nods to adult situations (often occuring in brief passing or to provide humor) as well as alot of action scenes and killing but only a few specific uses of blood. This is not something recommended for children but is perfect for preteens and teenagers. Still parent's are capable of using their own discretion.

About the quality you can expect if you haven't seen the other recent features, DC/Warner have been delivering top notch animation on these features rivaling that of Disney's straight to DVD releases and I think this one has the best animation yet. The stories are always well written and stay true to source materials that the characters are taken from. Another thing these new features have done well is providing alot of well staged action scenes and still delivering fine moments of character development/exploration that I haven't seen since Batman The Animated Series.

This is the first solo animated feature for Wonder Woman and I feel it portrays her with the dignity DC's third biggest icon deserves and the same respect she was granted in the Justice League series, which to me is the most believably she has been depicted thus far (if only because of her lack of exposure in this medium to date). I hope there will be some sort of sequels developed for this film as it was such a good starting point for the character that it seems a shame to leave off here when she has really only just begun her role as Wonder Woman as the feature reaches it's end.

Overall the animation was spectacular, the best Warner Premiere has done yet. The story while suffering some pacing issues (to be expected in a 74 min. feature trying to tell such an epic story), was true to the character and is overall well done and enjoyable. The score was worthy of a summer blockbuster and perfectly matched the epic tone. The voice actor's were for the most part spot on and made me believe the character's and think of them as seperate entities from the actor's voicing them. There is even a fair amount of humor and a bit of a love story mixed into the plot that only adds to the viewer's enjoyment. As well the DVD has a fair amount of special features that I found enjoyable to watch. I definitely give it 5 stars on blue spandex, especially for anyone who is a fan of well depicted heroines or Wonder Woman herself. Thanks For Your Time.

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BEST (animated) SUPERHERO MOVIE IN YEARS!!!!, February 23, 2009
By Willis E. Allen Jr. "BadBoyKrypto" (Norman, OK) - See all my reviews
(REAL NAME)
This review is from: Wonder Woman 2009 (Two-Disc Special Edition + Digital Copy) (DVD)
I just got done watching Wonder Woman and this pushes "Girl Power" to the next level!! The story is amazing, not to mention the brutal fighting throughout the movie. These woman fight and they fight HARD!! The animation is top notch and surprisingly its a very funny movie, with the underlying tone of Battle-of-the-Sexes.
Keri Russell does a terrific job as Wonder Woman, although I feel her charecter could have had more of a personal outlook. Steve Trevor steals most of the thunder because of his many one liners, while WW is the muscle and driving force. The rest of the charecters are dead on. The Queen shows you why she is Queen in the first 3 minutes of the movie, which is a thrill ride. A GREAT way to start things off!!
The music is epic, as it should be since it is dealing with Greek mythology. There are times I thought "how come this is not in the movie theatres?"
This is NOT for kids, although it is something I would show my niece. She is 9, but I want her to have a strong female role model to at least watch. The fight scenes are vicious, cold, unforgiving, and keeps on coming till the end!! In fact, I found that the MPAA gave this movie a rated "R" so Bruce Timm (producer & director) and his team had to edit some of the film. Trust me, you will see why, and he hinted that that if this movie has enough sales and enough demands they will release the "Unrated" version. YES!!
If I had to compare it to the other DC movies, Wonder Woman is FAR at the top and will be hard to beat. Marvel has never come close to anything like DC did here. Hulk VS was just mindless violence with no story. It might just be me, but I have to like the charecters and care about them if I'm going to enjoy it. Plus, I find Marvel's animated style is very choppy. I have been patient with them coming up with a good animated film, but DC owns this department.
Do yourself a favor and pick it up as soon as its released. I saw a special preview of it (tee hee). It was only a one time watch and now I can't wait to watch it on my HD screen. If I had to rate DC's movies from favorite to least favorite it would be:

1) Wonder Woman
2) Justice League: The New Frontier
3) Batman: Gothem Knights
4) Superman: Doomsday

I'm not saying Superman was horrible by any means. Its just you can really see the progress DC has made with their movies. They are learning and doing it well every step of the way. Batman: GK was a TERRIFIC story, but lacked the action I think most of us were hoping to find.
Because of this film I'm now a Wonder Woman fan. I have already been reading her comics of the past few months (Rise of the Olympians) and its truely great writing thanks to Gail Simone. I love her work. Well, I think I'm done for the review. I hope you all will enjoy the movie as much as I have. I can't wait to see what the other reviewers like yourselves have to say. I have read others on the movie and they are just as excited as I was watching the movie!! Enjoy. Smile
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Re: Quadrinhos e Não Só

Mensagem por Brontops em Sex Mar 06, 2009 10:46 am

Puta merda, o pessoal é rápido. O filme da Mulher Maravilha já tem disponível no rapdishare..! Shocked
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Re: Quadrinhos e Não Só

Mensagem por Rodrigo! em Sex Mar 06, 2009 11:18 am

e eu ainda nem tive paciencia de ler sua materia sobre ele Shocked Shocked

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Re: Quadrinhos e Não Só

Mensagem por Brontops em Dom Mar 08, 2009 8:15 pm

Duas do Blog do Warren Ellis:

a)http://www.warrenellis.com/?p=7062
Uma explicação pelo atraso em Planetary27. Fazem dois anos que ele entregou o roteiro... Mas Cassaday ainda está fazendo a arte. Tradução: "Não está em minhas mãos, não me encham o saco"

b)http://www.warrenellis.com/?p=7073
Resultados de uma "brincadeira" do blog que não sei se vai permanecer. Só acompanhando. Usando referências do site de Jess Nevins ("A" referência em personagens obscuros da cultura popular vitoriana e pulp (Ver Baú)), ele escolhe algum personagem-pulp de 3ª categoria cujos direitos autorais se perderam no tempo e no espaço e oferece aos leitores-artistas do blog pra que façam uma releitura.

Abs
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Re: Quadrinhos e Não Só

Mensagem por Brontops em Sex Mar 13, 2009 11:33 am

http://www.guardian.co.uk/world/2009/mar/13/police-shoot-man-dressed-as-joker

(Notícia séria: um homem vestido de Coringa foi morto pela polícia.)
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Re: Quadrinhos e Não Só

Mensagem por Rodrigo! em Sex Mar 13, 2009 11:44 am

Caray... E nem era o Zaa...! Shocked

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Re: Quadrinhos e Não Só

Mensagem por Brontops em Sex Mar 13, 2009 4:57 pm

Pelo que entendi, o cara era realmente fã do Coringa e apontou uma escopeta pro policial.
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Re: Quadrinhos e Não Só

Mensagem por Brontops em Seg Mar 16, 2009 11:11 am

Vídeos em stop-motion por PES. (Ele tem um canal só dele no You Tube. Morri de rir. Impagável)

O Game-over só gente de nossa idade entende... PACMAN com pizzas, Frogger com sapinhos e carrinhos plásticos, Space Invaders com insetos... Muito legal.

https://www.youtube.com/watch?v=Ovvk7T8QUIU&feature=channel_page

Western Spaguetti = fantástico. Quem quer saber como se prepara um cubo mágico na frigideira?

https://www.youtube.com/watch?v=qBjLW5_dGAM&annotation_id=annotation_993056&feature=iv

Sexo entre poltronas
https://www.youtube.com/watch?v=1aodpb3vFU0&feature=channel_page
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Re: Quadrinhos e Não Só

Mensagem por Brontops em Ter Mar 24, 2009 5:05 pm

Será boato? Será sério? A partir do blog do Ellis caí neste perfil do Flickr, aparentemente pertence ao PAUL POPE, onde me deparei com esta notícia:

http://www.flickr.com/photos/ernestborg9/3320242135/

"Marvel has finally announced it-- their "indie" comics anthology. I have an 8 pg. Inhumans story in it and I did the first cover for the limited series. Both of my contributions will be colored by my friend Jose "Year 100" Villarrubia.

All my favorite Marvel characters in a serious Marvel Mash-Up. "

Isto é, uma antologia Marvel na linha do Bizarro Comics da DC. No link tem um desenho do Pope, aparentemente a primeira capa para a série.
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Barack, o Bárbaro enfrenta vilões nos quadrinhos

Mensagem por Rodrigo! em Qui Abr 09, 2009 11:27 am

Los Angeles (EUA.), 8 abr (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, se tornará uma espécie de Conan, o Bárbaro, na nova série de histórias em quadrinhos na qual enfrentará vilões como Boosh the Dim, em alusão a George W. Bush, ou Red Sarah, que se assemelha à ex-candidata republicana à Vice-Presidência Sarah Palin.

A imprensa americana informou que a série será lançada em junho pela editora Devil's Due, com sede em Chicago, e o primeiro número se chamará "Barack the Barbarian: Quest for the Treasure of Stimuli" e a missão do herói será buscar a reativação econômica dos Estados Unidos.

A editora introduz a história desta forma: "De uma terra distante surge um herói poderoso. O filho de camponeses de dois reinos distintos, aquele conhecido apenas como Barack protege o povo da Terra da Esperança a todo custo".

Além disso, a empresa explica que seu destino é "salvar a grande República da América e destronar os déspotas com salários exagerados".

Obama aparece nas tirinhas musculoso e com pouca roupa: usa apenas botas de pele, uma tanga, um colar tribal e um enorme machado.

No entanto, Red Sarah aparece com menos roupa ainda, de biquíni, luvas, botas e uma capa de pele, além dos característicos coque e óculos de Palin.

Outros personagens que aparecerão nas tirinhas serão Cha-nee the Grim (em alusão a Dick Cheney, ex-vice dos Estados Unidos), Sorceress Hilaria (a secretária de Estado, Hillary Clinton) e o semi-deus Biil (Bill Clinton, ex-presidente americano e marido de Hillary).

O autor da história em quadrinhos é Larry Hama, encarregado de outras tirinhas famosas, como as de G.I. Joe ou Wolverine, e, de acordo com a editora, pretende levar "a sátira política a um novo patamar".

Os leitores poderão escolher entre duas capas, com a imagem de Barack ou a de Red Sarah, para o primeiro número.

O segundo capítulo ocorrerá em uma realidade alternativa e, nela, Obama será mudo. O mundo que o cerca estará em ruínas após uma invasão alienígena, e a população sofre o inverno mais rigoroso em um século.

Esse episódio ficará a cargo de Mark Powers e terá como título "Drafted: 100 Days". EFE

Fonte: Yahoo News

Gente, pior que isso parece ser sério... Shocked Shocked Será que alguém consegue? Queria ler isso...

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500 ESSENTIAL GRAPHIC NOVELS 1

Mensagem por Brontops em Sab Abr 11, 2009 10:13 am

500 essential Graphic Novels

Ganhei um livro com uma lista de 500 Graphic Novels "essenciais". A editora é britânica e percebi - talvez- um certo "anglocentrismo"... Tudo bem não encontrar quadrinhos argentinos ou até italianos (apesar de um tanto injusto). MAS achei um pouco estranho a ausência de grandes nomes "franco-belgas" e a presença de alguns "meia-boca". Pode ser - entretanto - que eles não tenham sido publicados em inglês.

O livro é dividido por Grandes Temas (Aventura, Guerra, Super Heróis, FC, etc). E cada tema tem os seus "Top10". Vou colocar os Top10 de cada Tema (Não vou fazer isto de uma vez) e um ou outro por curiosidade. Alguns vou pedir no Farra. Fiquem à vontade pra quem quiser concordar ou discordar...

Bão... Vamos ao Primeiro Tema:

* * *
Top10 Ficção em Geral (Histórias que o autor não encaixou em tema algum)

Bardín The Superrealist (Autor MAX - O mesmo de Peter Punk e o Estranho Sonho do Sr. D)
Cerebus: Church and State (Dave Sim)
Trilogia Contrato com Deus: Avenida Dropsie (Will Eisner)
Ghost World (Dan Clowes - Já virou filme. Com uma Scarlet Scarlett Johansson
Jar of Fools (Jason Lutes - nunca ouvi falar)
Locas: Maggie and Hopey Stories (Jaime Hernandez - Já saiu aqui no BR como Love and Rockets)
Signal to Noise (Gaiman e McKean)
A Small Killing (Alan Moore e Oscar Zarate)
Stuck Rubber Baby (Autor: Howard Cruse)
The Tale of One Bad Rat (Autor Bryan Talbot. Seria a segunda Graphic Novel mais vendida nas livrarias Americanas. Nunca ouvira falar antes)


Entre os extras que não são Top10, temos Tangents e Streak of Chalk (Miguelanxo Prado, tem em edições portuguesas: Tangências e Traços de Giz - Lindíssimos), Whoa Nellie (Jaime Hernandez), Palomar (Gilberto Hernandez), Wind of Gods (O Vento dos Deuses, história francesa sobre Samurais, autores Cothias e Adamov), Summer Blonde (Adrian Tomine), Strangers in Paradise (Terry Moore), etc.
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Re: Quadrinhos e Não Só

Mensagem por Brontops em Sab Abr 11, 2009 10:21 am

Top 10 - Não Ficção

Alice in Sunderland (Bryan Talbot)
American Splendor (Harvey Pekar)
Justin Green´s Binky Brown Sampler (Justin Green)
Blakets (Craig Thompson - Lindíssimo. Ouvi dizer que saírá no BR pela Cia de Letras)
Epileptic (David B. -forte. Saiu aqui pela Conrad)
Maus (Art Spiegelman)
The Minotaur´s Tale (Al Davidson)
Persepolis (Marjane Satrapi)
Pyongyang (Guy Delisle - Este não gostei muito. Saiu aqui pela Zarabatana)
Entendendo Quadrinhos (Scott McCloud)

Alguns dos Extras: Frango com Ameixas (Satrapi - Excelente); Os Bórgia (Manara e Jodorowsky - Não classificaria este estritamente como não ficção, masss...); História Universal em Quadrinhos (Larry Gonick); I Love Led Zeppelin (de Ellen Forney); Verão Índio (Pratt e Manara); Laika (autor Nick Abadzis); Casanova´s Last Stand (Hunt Emerson), Drawing comics is easy (except when it´s hard) , de ALexa Kitchen etc etc.
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Re: Quadrinhos e Não Só

Mensagem por Brontops em Sab Abr 11, 2009 10:21 am

Depois continuo
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Re: Quadrinhos e Não Só

Mensagem por Rodrigo! em Sab Abr 11, 2009 8:48 pm

Uau, Brontops! Esses Top 10 estão ótimos! Não pare!

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Re: Quadrinhos e Não Só

Mensagem por Brontops em Qui Abr 16, 2009 12:09 am

Top10 Fantasia

Bone, Jeff Smith
The Chronicles of Conan vol1, Roy Thomas & Barry Windsor-Smith
Fables: Legends in Exile
Coração do Império: O Legado de Luther Arkwright, Brian Talbot
Little Nemo in Slumberland, Winsor McKay
Marie Gabrielle, do francês George Pichard (O mesmo de Paulette)
Moonshadow, de DeMatteis e Jon J.Muth (eu não gostei deste)
Promethea, Alan Moore
Sandman vol3 - The Dream Country (Também não sei se este é o melhor do Sandman. Talvez seja o melhor pra introduzir o personagem...)
Sláine, Books of Invasions vol1, de Pat Mills e Clint Langley (Não sei se vcs já leram o Slaine que saiu aqui no Brasil. Um puta história legal, com aquele guerreiro celta de visual punk e lábia subversiva. Este Slaine é a continuação daquelas histórias e preciso dizer que a arte é IMPRESSIONANTE, com tratamento de computação gráfica e etc. Quem não conhece, vale baixar o scan e dar uma olhada. Agradeçam ao Grimm que terminou o trabalho de escanear)

Entre os extras temos: Asterix, Birdland (Gilberto Hernandez), Livros de MAgia (Do Gaiman e do John Ney Rieber), The Book of Ballads (histórias produzidas pelo fantástico Charles Vess, com contos de fada e contos populares reinventados), Elfquest, Cheech Wizard (Vaughn Bode: tirinhas dos anos 60), Castle Waiting (de Linda Medley), The Frank Book (de Jim Woodring), Oh my Godess (Mangá), O Tigre e o Dragão (mangá), Steampunk:Manimatron, Three Fingers (de Rich Koslowski), Pop Gun War (de Farel Dalrymple), Skeleton Key Vol 1: Beyond the Threshold (de Andi Watson. Premissa interessante), Little Ego, A Flauta Mágica (de Mozart e P.Craig Russell)
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Re: Quadrinhos e Não Só

Mensagem por Brontops em Sab Maio 16, 2009 11:01 pm

Top10 Super Heróis

Histórias do Universo DC de Alan Moore (Saiu aqui pela Panini, com histórias do Vigilante, Lanternas Verdes, e A Piada Mortal)
Cavaleiro das Trevas
Batman: Hush, por Jeph Loeb e Jim Lee
Essential Fantastic Four: vol 3 (Stan Lee e Jack Kirby) - #41-63 e anuais 3 & 4: Contém a primeira aparição de Galactus.
Marvels, por Busiek e Ross
Planetary - vol 1
Spawn - vol1
Essential Spider Man vol 2 (Stan Lee, Ditko e Romita) - Amazing SPider Man #21-43: descoberta de quem é o Duende Verde; os Esmaga Aranhas, corrida contra o tempo pela vida de Tia May; a formatura do colegial; o encontro de Peter com Mary Jane.
Ultimates vol1
Watchmen

Do restante> AllStarComics Archives vol1(Gardner Fox), XMen (Fase Whedon e Cassaday), Astro City: life in the Big City; Authority: Relentless (Ellis + Bryan Hitch). Batman: Asilo Arkham (Morrison + McKean); Batman: ano um; Bratpack (Rick Veitch); Birds of Prey vol1 (Gail Simone+EdBenes); Civil War; Doom Patrol book 1; Crise nas Infinitas Terras; Crisis on Multiple Earths vol 1 (Gardner Fox e Mike Sekowski); Captain America vol1; Demolidor by Frank Miller (Bill Sienkeiwicz, Romita Jr, Mazzuccheli);Elektra: Assassina; Essential Doctor Strange vol1; Ex Machina vol1; Definitive Silver Surfer; Fantastic Four vol1 (com John Byrne); Kingdon Come; Crise de Identidade (Meltzer); Invincible vol 1; Green Lantern/Green Arrow Collection vol 1; Green Arrow: Quiver (Kevin Smith e Ohil Hester); A Última Caçada de Kraven; Incrível Hulk: Return of the Monster (Bruce Jones e J.Romita Jr); alien Godland vol1: hello Cosmic (Joe Casey e Tom Scioli); Liga da Justiça: um novo começo (Giffen, DeMatteis e Maguire); Homem de Ferro: demônio na garrafa; Novos Deuses de Jack Kirby; Marvel 1602; alien I shall destroy all the civilized Planets (Fletcher Hanks: conceitos bizarros e anatomia estranhas em uma série originalmente publicada entre 1939 e 1941); Madman: the oddity odyssey; Manhunter ( cyclops série da DC publicada aqui na Heróis em Ação, sob o título Caçador: de Archie Goodwin e Walter Simonson); Marshal Law: fear and loathing; Spidergirl; Mage, vol2: the hero defined (Matt Wagner); Starman; Top10; Wolverine (Claremont e Miller); XMen: a saga da fênix negra; e mais uns poucos etc
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Re: Quadrinhos e Não Só

Mensagem por Brontops em Sab Maio 16, 2009 11:03 pm

Talvez todo mundo já saiba disso, mas, segundo o livro, Archie Goodwin faleceu em 1998.
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Re: Quadrinhos e Não Só

Mensagem por Ricardo Andrade em Dom Maio 17, 2009 10:20 pm

Brontops, essa penca de Top 10 não dava uma matéria?

Nano, olha aí mais um para o "Por onde anda": Archie Goodwin. Não que não saibamos por onde ele anda (Brontops acaba de nos dize), mas ele parece ser das antiga, também, e deve ter coisa para ser contada a respeito dele.
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não fez nada. Já estava assim quando ele chegou

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Re: Quadrinhos e Não Só

Mensagem por Brontops em Dom Maio 17, 2009 11:50 pm

Dava mais pra uma resenha do livro do que pra uma matéria, na minha opinião.

Na verdade, acho que é um bom livro pra servir de fonte para as matérias, já que alguns gibis citados são desconhecidos (alguns não tem no Universo HQ) e/ou podem fornecer dados novos, pontos de vista, etc. Por exemplo, o autor (Gene Kannenberg Jnr) achou Crise de Identidade um tanto sério demais e o tipo de obra "desmistificadora" que mais destrói do que ajuda os super-heróis.

Alguns estou pedindo no Farra. Slaine por exemplo, me surpreendeu: as edições mais antigas eram feitas pelo Glenn Fabry, das capas do Preacher.

Outras escolhas são muito esquisitas: ManHunter/Caçador era tão bom assim? CAdê Marshall Rogers? Cadê Moebius e a galera francesa? Aparentemente, as escolhas tem mais a ver com aquilo que se acha na Inglaterra.

Mas mesmo pra fazer uma resenha sobre o livro é bom lembrar que existem outros livros com temas similares (500 mangás/animes), por exemplo.
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Big Guy e Rusty o Menino-Robô

Mensagem por Rodrigo! em Qua Maio 20, 2009 1:14 pm



Big Guy e Rusty o Menino-Robô foi publicada no ano de 1996 pela Dark Horse Comics, como uma minissérie em duas partes escrita por Frank Miller e desenhada por Geoff Darrow. A história é apresentada num estilo mais familiar, sem as ilustrações violentas e obscuras do trabalho anterior da dupla (Hard.Boiled).

O livro conta uma história na qual o protagonista salva Tóquio de ser destruída por um lagarto gigante, que é o resultado de uma experiência científica que deu errado. Na impossibilidade do recém comissionado Rusty por um fim à ameaça, o Japão pede a ajuda das Forças Armadas dos Estados Unidos, cuja maior arma de defesa é o robô Big Guy, que parte de sua base aérea, usa seu arsenal impressionante e o antiquado know-how americano para salvar o dia.

Esta aventura cheia de ação faz uma divertida homenagem aos filmes e desenhos animados japoneses clássicos de monstros e robôs, além de nos oferecer um verdadeiro show visual! A primeira história de Big Guy, ainda sem a companhia de Rusty, foi publicada nos dois primeiros volumes de Madman, álbum de Mike Allred.

Big Guy também apareceu na história Martha Washington: Stranded In Space de Frank Miller e Dave Gibbon e no último álbum de Sin City.

Mais tarde, a graphic novel foi transformada em desenho animado pela Sony Entertainment, e levada ao ar em 1999.

O livro tem 80 páginas em cores no formato álbum e está sendo enviado para as livrarias esta semana.

Geof Darrow trabalhou nos estúdios Hanna-Barbera depois de estudar na American Academy of Arts em Chicago. No começo dos anos 80, ele trabalhou no design de personagens das séries de televisão como Super Amigos, Riquinho e Pac-man.

Em 1982, ele conheceu o artista e escritor francês de histórias quadrinhos, Moebius, durante a produção do filme Tron. Dois anos mais tarde, os dois trabalharam juntos em um portfólio com imagens e desenhos chamando La Cite Feu, que teria mais tarde uma versão em Inglês conhecido como City of Fire.

Em 1990, Darrow colaborou com o escritor e artista Frank Miller na graphic novel Hard Boiled. Inspirado no conto The Eletric Ant, de Pilip K. Dick, o livro é uma exploração da mente e do mundo de seu protagonista, Nixon.
Em 1993 e 1994, Darrow produziu a arte para uma linha de RPG chamada Underground, publicada pela Mayfair Games. Inc.


Darrow e Miller trabalharam juntos mais uma vez na série Big Guy and Rusty, the Boy Robot em 1996.
Darrow aparece como designer conceptual nos três filmes da série Matrix. O seu estilo visual fica mais evidente na cena em que Neo acorda de seu sono biomecânico.

O inseto robótico que ataca Neo é um clássico de Darrow. Ele também contribuiu para os dois volumes da série de histórias em quadrinho inspirada em Matrix.
Darrow também colaborou em vários outros quadrinhos, incluindo Concreto, Transmetropolitan e Andrew Vachss’ Cross.

O artista é também o co-criador das series Doc Frankenstein, escrita pelos Irmãos Wachowski, com arte de. Fora da área das histórias em quadrinhos e filmes, Darrow tem trabalhado nas ilustrações das cartas de Magic: The Gathering.

Darrow é membro do conselho nacional do projeto PROTECT: The National Association to Protect Children.

Darrow ganhou três Eisner Awards. O primeiro foi em 1991, que ele dividiu com Frank Miller por Hard Boiled. O segundo foi em 1996 por Big Guy and Rusty the Boy Robot. O terceiro foi no ano de 2006 na categoria de artista/escritor pela série Shaolin Cowboy.

Frank Miller nasceu no dia 27 de janeiro de 1957, em Olney, Maryland. Criado em Montpelier, Vermont, Miller tornou-se desenhista profissional e trabalhou para diversas editoras, entre elas a Gold Key, a DC Comics e a Marvel Comics. Nos últimos tempos vem trabalhando junto com cineastas de renome como Robert Rodriguez e Quentin Tarantino, o que resultou nos filmes Sin City; e 300, ambos cópias fiéis de obras em quadrinhos de mesmo nome.

Ele começou a desenhar muito jovem, colaborando em muitos fanzines. Em seguida, passou a trabalhar como freelancer para diversas editoras, como Marvel e DC. Na primeira, começou a chamar atenção depois de uma história de duas partes publicada na revista Amazing Spider-man, que chocou os fãs do aracnídeo ao mostrar um Justiceiro com capacidade de antecipar os movimentos do herói (até então tidos como imprevisíveis) que só não o assassinou pelo fato de estar convencido de que ele não era um criminoso (nessa cena ele desenhou o Homem-Aranha de modo que a fazer com que ele parecesse ser mais um adolescente qualquer).
Ganhou o posto de desenhista regular das histórias do Demolidor onde logo assumiu também o papel de escritor. Em colaboração com o arte-finalista Klaus Janson, Miller atraiu um número cada vez maior de fãs, foi aclamado pela crítica e conseguiu o respeito da indústria de quadrinhos. Durante seu trabalho no Demolidor, Miller criou uma personagem assassina, Elektra, à qual ele é mais associado até hoje.

Desde então, sua visão do Demolidor, direcionada a um público mais adulto e exigente, permaneceu como a dominante, se estendendo inclusive à adaptação cinematográfica de 2003, que assimilou diversos elementos das histórias de Miller.

A Queda de Murdock, considerada pelos críticos a melhor história do Demolidor e de quadrinhos em geral, foi escrita por Miller e desenhada por David Mazzuchelli. Em 1982, desenhou a mini-série Wolverine, escrita por Chris Claremont. Ronin, uma mistura de história de samurai com ficção científica foi a primeira de inúmeras parcerias com sua esposa Lyn Varley.

O trabalho provavelmente mais conhecido de Miller, dentro e fora da indústria de quadrinhos, é provavelmente Batman: o Cavaleiro das Trevas, uma história sombria do Batman ambientada num futuro próximo. A séire mostra Batman como um vigilante violento e de certo modo sem escrúpulos. Nesse trabalho, Miller também redefiniu o perfil psicológico de alguns vilões clássicos como o Coringa e Duas-Caras, e acabou para sempre com a amizade cordial com o Super-Homem, mostrando-o como um personagem reacionário e distante.

Miller começou escrevendo roteiros para filmes, dentre os quais os mais notáveis são Robocop 2 e Robocop 3. Depois deste último, o autor teria afirmado que nunca mais deixaria Hollywood fazer adaptações de suas histórias, decepcionado pelo fato de praticamente nenhuma de suas idéias ter chegado às versões finais dos filmes (embora seu nome estive destacado de forma proeminente nos créditos). Mais tarde, Miller trabalharia com a Dark Horse Comics, e faria a sua própria versão em quadrinhos de Robocop 3.

A postura de Miller em relação às adaptações cinamatográficas mudou depois que Robert Rodriguez (diretor de El Mariachi) mostrou-lhe um curta-metragem baseado em um dos contos de Sin City — filmado sem o conhecimento do autor. Miller ficou tão satisfeito com o resultado que aceitou adaptar Sin City para o cinema.

O filme foi co-dirigido por Rodriguez e Miller, tendo Quentin Tarantino como diretor especialmente convidado de uma das cenas do filme, utilizando fielmente a seqüência dos quadrinhos e o jogo de luzes e sombras dos desenhos de Frank Miller (que faz uma ponta como um padre).

Depois do sucesso dessa experiência, Miller filmaria também 300, baseado em sua graphic novel chamada 300 de Esparta.



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Caray... Tinha esquecido o quanto é ruim editar HTML...

FONTE: Recado Devir

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Overman!

Mensagem por Rodrigo! em Qui Maio 21, 2009 11:51 am



Num país como o nosso, onde ter um livro publicado é um feito heróico, chegar a uma segunda impressão exige os poderes de um super-herói.

Como o mundo enfrenta hoje uma crise econômica das mais graves (provavelmente provocada pelo Capitalista Imundo), foi decidido unanimemente que deveríamos devolver Overman às ruas, pois ele é nossa última esperança de sair dessa enrascada.

É possível que Overman tenha a força do Super-homem, mas com certeza ele não possui a sagacidade nem a capacidade de dedução do Batman.

A exemplo do colega norte-americano, Overman tem o poder de voar, além de uma força física que lhe permite erguer toneladas com os próprios braços. Seu uniforme, tal como o do Super-homem, é composto de roupas colantes e uma capa, mas, tem também uma máscara que ele nunca tira, pelo fato de não ter uma identidade secreta.

Overman também é moralmente orientado de acordo com a mesma fórmula bipolar do Super-homem, ou seja, ele compreende o mundo através da ótica do bem e do mal.

Daí advém a maior parte da comicidade de suas histórias: sua noção moral simplista torna-o inepto a viver dentro da sociedade brasileira, onde com muita freqüência as noções de ordem e moral precisam ser “cordialmente” burladas em favor da mera sobrevivência do indivíduo.

Overman, travestido de super-herói, privado de uma identidade secreta, é incapaz de entender isso.
Como todo super-herói, Overman possui também um “ajudante” chamado Ésquilo, com quem ele divide uma vaga em uma pensão decadente, que fica ao lado de um estacionamento. Overman recebe os pedidos de socorro através de um telefone público e de um mural de recados. Apesar de combater supervilões, Overman passa a maior parte de suas aventuras resolvendo problemas cotidianos.

O contraste entre a função principal do personagem – a de herói, divulgador do bom exemplo, realizador de proezas – e as pressões da vida cotidiana brasileira – desemprego, contas a pagar, inflação, etc. – dão argumento à maior parte das piadas. Apesar dos problemas conjunturais, Overman ainda consegue um tempinho para combater inimigos como:



Maníaco Flatulento: foi uma criança de intelecto superior desprezada pelos amigos. Buscando vingança, ingeriu um agente químico flatulínico, desenvolvido por ele mesmo; desde então, passou a praticar atos de terrorismo em locais com grande concentração de pessoas. Depois de capturá-lo em um estádio lotado, Overman conclui que não havia como realmente detê-lo, decidindo assim “largá-lo sem querer” na boca de um vulcão.



Laerte Coutinho nasceu em São Paulo no dia 10 de junho de 1951. Em 1968, Laerte concluiu o Curso Livre de Desenho da Fundação Armando Álvares Penteado. Além disso, estudou comunicações e música na Universidade de São Paulo, mas não chegou a concluir os cursos.

Começou profissionalmente desenhando o personagem Leão para a revista Sibila em 1970. Durante a década de 70 fundou, junto com Luis Ge a revista Balão enquanto ainda estudava na USP e trabalhou na revista Placar. Em 1974, faz seu primeiro trabalho para um jornal, a Gazeta Mercantil.

No mesmo ano começou a produzir material de campanha para o MDB durante as eleições. No ano seguinte trabalhou na produção de cartões de solidariedade no movimento de auxílio aos presos políticos.
Em 75 fundou junto com Sergio Gomes a Editora Oboré, para atender as necessidades na área de comunicação dos sindicatos de trabalhadores, e trabalhamos com centenas de entidades em todo o Brasil. Em 1978, desenhou histórias do personagem João Ferrador para a publicação do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo.

Laerte fez cobertura jornalística de três copas do mundo: a de 78 (para o jornal O Estado de São Paulo), a de 82 (para a Folha de São Paulo) e a de 86 (para O Estado de São Paulo).

Em 1985, lançou seu primeiro livro, O Tamanho da Coisa, uma coletânea de suas charges. No fim da década de 80 publicou tiras e histórias em quadrinhos nas revistas Chiclete com Banana (editada por Angeli), Geraldão (editada por Glauco) e Circo, todas da Editora Circo, que mais tarde lançaria a revista Piratas do Tietê, do próprio Laerte.

Em 1991, a Folha de São Paulo começou a publicar as tiras de Piratas do Tietê que são publicadas até hoje.
Laerte também trabalhou como roteirista, tendo colaborado em diversos programas da rede Globo.

Escreveu scripts para os programas humorísticos TV Pirata e para os primeiros, e reconhecidamente melhores, anos de Sai de Baixo. Ainda na área de humor escreveu para o quadro Vida ao Vivo que ia ao ar durante o Fantástico, em 1997. Laerte também escreveu o programa infantil TV Colosso e o script de cinema para Super-Colosso: A Gincana da TV Colosso.

Laerte participou de exposições em Cuba (Bienal de San Antonio de Los Baños e Bienal de Havana), Itália (Convegno Internazionale de Prato), Colômbia (Taller de Humor/Feira del Libro), Portugal (Amadora) e França (Angouleme). Foi premiado no Salão de Humor de Piracicaba, recebeu o Prêmio Angelo Agostini e é o único quadrinhista que recebeu o troféu HQMix em todas as suas edições.

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Mais um possível entrevistado? Quem se habilita?

Fonte: Recado DEVIR

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Re: Quadrinhos e Não Só

Mensagem por Brontops em Qui Maio 21, 2009 12:42 pm

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Re: Quadrinhos e Não Só

Mensagem por wilton pacheco em Qui Maio 21, 2009 1:25 pm

Valeu colocar aqui Brontops.
Pelo que vi foi um erro de seleção da faixa etária sim. Apesar do horror do Serra pelo texto com linguagem obscena e pelas imagens (na reportagem cita o desenho como ruim (ele deveria se abster de julgar o conteúdo estético, pois deve estar bem fora da área dele)) creio que o caso não é tão assustador quanto o citado pelo Eduardo Nasi que sugere um perigo latente de uma censura acirrada.
Um erro que virou noticia. Como o caso dos dois Paraguais. A tantos erros que escapam nas produções paradidáticas e didáticas que é curioso o reboliço em torno deste.
A revisão devia ser mais cuidadosa sim, e a busca de algo mais didático tambem devia ser relevante. Mas casos isolados sem uma análise crítica, sendo noticiados parecem disparos vazios. A palavra escrita é aberta a múltiplas interpretações e são escolhidas as que mais se adaptam ao pensamento do leitor, se ele não gosta ou sente que há algo errado no sistema para ser atacado, vai fazer isso em cima dos erros que encontrar, com certeza.
A má escolha do quadrinho paradidático foi um erro que caiu na mão da imprensa que noticia de forma sensacionalista, ganhando dimensões de crítica politica e de falso moralismo, sem análise crítica do motor da notícia... e cabeças vão rolar por isso.
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Re: Quadrinhos e Não Só

Mensagem por Brontops em Qui Maio 21, 2009 4:29 pm

Estão divulgando isto da forma equivocada. Da forma que está provoca "preconceito anti-quadrinhos". Melhor seria comparar de uma forma que as "pessoas leigas" compreendessem. A situação é a mesma que a Secretaria de Educação distribuísse Revistas MAD para 3ª série.

Uma coisa é certa, pelo menos. Com certeza o quadrinho nacional ganhou público entre a molecada... Estamos formando novos leitores. Twisted Evil
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